solitude e solidão

Não me restou nada
A mente vazia não me permite escrever nada
Os dias vazios não me dão nada
A vida vazia não me mostra nada
Nada surge de uma mente infértil
Apenas as lamurias que não me abandonam
As palavras belas que eu tinha para ela
Onde estão?
As palavras de ódio regurgitadas em fúria
Onde estão?
Posso ouvir o sopro surdo que vive em minha mente
O hiato longo e profundo
Apenas a sua falta para me completar
Nada me restou nesses dias vazios
Nem tua presença fictícia
Nem meu amor shakespeariano
Tudo o que sobrou foram os ventos outonais
Que me assolam
Levando daqui tudo o que não me restava.

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