Simplicidade do medo

Ai que medo
De tudo que vi e está por vir
De tudo o que sei e do que serei
Que medo tenho da vida que levo
E da vida que espero
Do homem que quero ser
E da mulher que quero ter
Da vida que não levo
E de tudo que entrego
Minhas carências
Minhas experiências
De tudo que desisto
E do pouco que conquisto
Que medo da vida que me leva
Do tempo que não me espera
Da atitude que me estraga
Do pesadelo que me encara
Pra não falar da morte
De talvez sentir o corte
E o sangue aparente
Que não escorre de minha carne
E sim da minha mente
Que medo de mim
Que medo de ser “simples assim”.

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