Inconscientemente consciente

A dor de cabeça alucinante
A solidão que me completa
Num quarto vazio
O unico som é do ventilador a girar
A inconsciencia que me afeta
No momento em que rabisco
Escrevendo não sei o que.
A dor das horas vazias
que se esvaem como um rio de lagrimas.
A pressão que vem da nuca
E corre o corpo todo
Intensifica quando chega aos olhos
Sinto que poderia explodir.
O corpo que doi em reação as maus tratos
Doem, como resposta a minha constante inercia, os membros e os olhos
A dor incessante que me aflige
Alucina os segundos de minha vida.
E para me salvar peço:
Que venha a morfina!

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